| O Cávado em Barcelos |
02Fev2012 23:18:41 |
| Publicado por: .Ibernise |

És rio que sofre tantas agressões, a cada história que guardas, e te consolas em teu silêncio complacente. Outrora foste protagonista determinante em tantos ecossistemas vitais, ainda o és, quase agonizante, num ato de bravura reages pedindo ajuda em silenciosos, mas profundamente visuais, ais...
Hoje em tuas águas turvas, outrora cristalinas, os jacintos fazem armadilhas, roubam-te oxigênio, numa ação de vilania, que, ainda assim não os tornam vilões, po
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| Métodos de combate à crise |
20Dez2010 11:56:05 |
| Publicado por: Zé Ninguém |
Métodos de combate a crise (Porque é que os políticos não falam disto?)
Reduzir as mordomias (gabinetes, secretárias, adjuntos, assessores, suportes burocráticos respectivos, carros, motoristas, etc.) dos três Presidentes da República retirados
Redução dos deputados da Assembleia da República e seus gabinetes. Reforma das mordomias na Assembleia da República, como almoços opíparos, com digestivos e outras libações, tudo á custa do pagode
Acabar com os milhare
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| Como deveriam ser todos os nossos políticos. |
16Dez2010 17:50:55 |
| Publicado por: J.S.L. |
 Outra gente
Era oriundo de famílias aristocráticas e descendente de flamengos.
O pai deixou de lhe pagar os estudos e deserdou-o.
Trabalhou, dando lições de inglês para poder continuar o curso.
Formou-se em Direito.
Foi advogado, professor, escritor, político e deputado.
Foi também vereador da Câmara Municipal de Lisboa.
Foi reitor da Universidade de Coimbra.
Foi Procurador-Geral da República.
Passou cinquenta anos da sua vida a defender uma sociedade mais justa.
Com 71 anos foi eleito Presidente da República.
Disse na tomada de posse: "Estou aqui para servir o país. Seria incapaz de alguma vez me servir dele..."
Recusou viver no Palácio de Belém, tendo escolhido uma modesta casa anexa a este.
Pagou a renda da residência oficial e todo mobiliário do seu bolso.
Recusou ajudas de custo, prescindiu do dinheiro para transportes, não quis secretário, nem protocolo e nem sequer Conselho de Estado.
Foi aconselhado a comprar um automóvel para as deslocações, mas fez questão de o pagar também do seu bolso.
Este SENHOR era Manuel de Arriaga e foi o primeiro Presidente da República Portuguesa
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