Obrigado pelo bem que estás a fazer ao planeta. Graças a ti finalmente (quase) todos vão perceber que nos basta pouco mais que pão e água para sermos felizes. Por isso Ele disse, que nem só de pão viverão os seres humanos. E isto é válido desde que habitamos este planeta paraíso, para nós tal como para todos os animais.
Está na hora de se olhar com olhos de ver para esta realidade. Eu luto por ela desde que respiro. Perdi milhões de Euros até ficar quase teso mas com o suficiente para ter esse pão e água e um nada mais de coisa alguma.
São precisas três coisas;
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As trocas numa base de dar e receber;
Só não lancei este projecto porque perdi o capital mas agora vou oferecer a ideia para quem quiser implementar a mesma;
Um mundo novo urge, acabar com a economia capitalista.
Isto vai ser fácil de aceitar e perceber olhando o momento que vivemos;
.2
Um sistema de governo de todos para todos. Não se assemelha a nada a que alguém teve oportunidade de vivenciar. Um mundo novo urge, acabar com o liberalismo político.
Isto não vai ser fácil de aceitar porque ainda estamos conspurcados e viciados na política podre que nos dão todos os dias, tal como ainda hoje, apesar da crise, continuam feitos bonzinhos, mas a fazerem tudo mal, excepto o supra obrigatório.
.3
Um sistema novo de ensino para finalmente adquirirmos uma verdadeira saúde, saúde essa que começa pela mente, pelo conhecimento, pela cultura, pela língua que todos falamos e por consequência escrevemos, e quem marcou a passagem da pré-história para a história, e que nos permitiu atingir os conhecimentos actuais;
Um novo abecedário para uma nova escrita, para tornar possível a todos o acesso ao conhecimento, nomeadamente e em especial as países pobres e roubados de África.
Isto vai ser quase impossível de aceitar mas vai-se espalhar um dia com um vírus, basta lançar o mesmo numa cidade/escola que ele propaga-se por todo o mundo que nem o COVID, que neste caso consegue fazer melhor ao mundo d que o mal que eventualmente poderá fazer caso deixemos os governantes fazer mal o seu trabalho.
Vou deixar os links do que proponho em baixo, excepto do 1º projecto que como disse vou oferecer ao mundo, tal como estes que já existem há muitos anos.
Vou pedir aos meus amigos que partilhem esta ideia para que possa chegar às TVs e daí se possa discutir somente os contras destas ideias porque os pós são condição para que humanidade siga o seu curso no sina do seu ser; o animal solidário.
Não tem para onde ir. Não há LINK para lado algum.
É o site do maior info-excluído do mundo. Não sofre o que nós sofremos,
Fique em casa ???
Sempre fiquei em casa desde que me conheço;
a minha casa é esta bola que gira em torno de si e em volta do sol;
Quando gira em volta de si...
DESNORTEIA-ME - Norte
Quando volta em torno do sol...
DESORIENTA-ME - Oriente
ps; Palavras do meu heterónimo de nervo e alma, Paulo Atena, aka Antena.
Mas, vejam a surpresa/história no fim (mais abaixo) desta página;
Veja o filme e leia esta História
São dezenas de filmes que abundam no youtube,
no facebook que somam milhões de visualizações.
Tudo o que se passou foi o seguinte;
A HISTÓRIA
Numa bela manhã de Domingo, o Atena, passou no Kekas (vai fazer queixa ao kekas. Esta é uma frase muito popular das gentes de Barcelos,) e logo que soube que havia missa dominical na casa amarela, a muito conhecida casa de saúde mental de terra do Galo. Era uma missa em directo na porquita TVI. Logo que lá chegou, toca a meter-se a barulho com a equipa de montagem da dita porquita TVI. Claro, que buscava alguma forma de conseguir o famigerado Euro, para saciar o sede do vício, visto que é um Agega-Grande (in)dependente. O álcool é um vicio terrível, mas o de Adega Grande é de bradar aos céus. Bom, vamos lá perceber como a coisa não correu de feição e como ele, ao contrário do que se possa imaginar, gosta de netrar em Igrejas, aproveitou o ensejo e, imagine-se meteu-se ao centro, de fronte ao Bispo a ouvir a dita homilia. Claro que toda a gente não-crente que lá se encontrava, não se sentia bem com o emplastro no meio das duas alas de bancos, mesmo ao centro, e ainda por cima o Bispo quase a não conseguir disfarçar, foi quando lhe cederam, muito gentilmente, lugar entre o padreco à sua esquerda, e a directora das beatas, à sua direita. E assim foi decorrendo a missa ,em directo, note-se. Ora o malandreco gosta de provocar o seu semelhante e toca a encostar a sua mão direita, sem malícia alguma, à Directora, que logo sentiu o dedo na sua pernita, mas, como boa católica, deu-lhe o benefício da dúvida, coisa que ele aproveita sempre nestas ocasiões. Só que a TVI é uma televisão que sabe fazer o seu trabalho porquito, e vai que os camara-mans, quando o Bispo falava dos pobres doentes, como bons profissionais que são e para adaptar as palavras ao contexto, apontaram (só se vê no filme completo) a câmara a um doente mental que estava isolado no lado oposto ao do Atena; Só que como Atena é mesmo tolo, os amadores da TVI, porque ele lhes armou a puta, oferecendo ajuda e outras bocas, na ânsia de cair o Euro para a garrafa, pensaram desde a primeira hora que o gajo era tolinho e vai daí, quando o Bispo exibia o seu discurso piedoso para enganar tolos, aponta os holofotes ao Atena. Ora como o Antena é mesmo um info-excluído, nem pela ideia lhe passou que aquela treta era em directo e vai que pensou;
- Estes filhos da puta viram-me a apalpar a gaja aqui do lado e qual apanhados, apontaram-me a puta da luz para os olhos, é quando ele muito disfarçadamente retira a mão por baixo (vejam bem como não é um gesto de reflexo condicionado, pela vontade de coçar a cabeça, e vai daí levanta mão e
com ela na testa pensa, caralho estes filhos da puta não podiam ter visto que eu estava a apalpar a menina (é assim que ele as trata), estes cabrões estão a filmar-me porque pensam que eu sou tolo, e zás, fez-lhes, e bem, um manguito, mas claro está fez aquele sinal porque juntou tudo num só gesto e porque ainda achou que o Bispo estava a falar umas merdas aceitáveis, deu um último toque com o rosto e as mãos. Grande Atena aka o Antena, meu heterónimo de pele, nervos, ossos e alma; Um perfeito modelo.
Este espaço vai-lhe ser dedicado para publicar algumas máximas, haikus, e outros não escritos. Vão conhecer um pouco de um viciado em leitura, já leu mais livros do que muitos milhões de portugueses juntos. É vício.
o Banco de Portugal avança que estamedida não está a ser equacionada no país.
Se soubessem a vantagem que esta medida encerra. Mas enfim, não é o povo que governa!
Até hoje, nunca nenhum economista se referiu às milhentas vantagens desta medida, E dizem-se economistas...
"Preços como 1,99 euros estão prestes a desaparecer na Irlanda. O país vai começar a arredondar todos os seus preços a partir de 28 de outubro para, de forma faseada, deixar de produzir moedas de 1 e 2 cêntimos. Em breve, a moeda de menor valor a circular no país será a de 5 cêntimos.
Tanto as moedas de 1 e de 2 cêntimos vão continuar a ser legais e, para já, o arredondamento será feito de uma forma voluntária, segundo avança o jornal Irish Times. Os irlandesescontinuam a ter direito a receber o seu troco com moedas de 1 e 2 cêntimos. O pagamento através de multibanco poderá contar com pagamentos que não terminem em 0 ou 5, mas emcompras reais, todos os preços serão arredondados.
Esta decisão surge depois de o Banco Central da Irlanda levar a cabo uma experiência em 2013 que mostrou que 100% dos lojistas e 85% dos consumidores eram favoráveis aoarredondamento dos preços e isso impulsionou o banco a decidir que estas moedas não serão mais produzidas.
A Holanda deixou de produzir moedas de 1 e 2 cêntimos desde setembro de 2004 e os preços no país foram todos arredondados.
Ao Observador, o Banco de Portugal avança que estamedida não está a ser equacionada no país."
Acho que por esta altura já toda a gente reparou que em Portugal, como no resto do mundo desenvolvido, já há muito que não é privilégio raro alguém concluir quer uma licenciatura quer um mestrado, graus equivalentes ao bacharelato e à licenciatura pré-reforma de Bolonha, respectivamente.
Por não ser privilégio, mas mesmo que fosse, é com renovado vigor que a cada ano que passa aumenta o número de pessoas esclarecidas que desprezam esses licenciados e mestrados que se apreciam pelos seus graus, muito particularmente àqueles que se fazem tratar pelo título de doutor.
Compreende-se que em meados do século XX, num Portugal pobre e iletrado, mais o contexto duma ditadura que promovia o culto da hierarquia, quem alcançasse uma mera instrução de ensino superior quisesse tomar para si um título que o engrandecesse entre os demais.
Enganando quem não a tinha alcançado, esses licenciados na cidade voltavam às origens rurais com uma licenciatura e a convicção de merecerem um tratamento deferencial com um título que não era seu:
"Senhor’, não: ‘senhor doutor’!",
exigiam esses simplórios das pessoas simples.
E as tais pessoas simples impressionavam-se, não com a conquista do mais alto nível académico possível, mas pela forma autoritária que o seu detentor a bradava como sinal de poder e direito ao respeito. Se ao menos soubessem que o respeito vem do mérito, e não do estatuto.
Acontece que tal cretinice nunca nos passou de moda cá em Portugal, nem após o 25 de Abril de 1974. Pelo contrário, parece ter-se estendido com a crescente afluência de pessoas ao ensino superior que usurpavam agora para si também aquele título.
Mas ao mesmo tempo, quando com o fim da ditadura e a abertura à mobilidade transfronteiriça muita gente começou a tomar contacto com os reais costumes de trato formal académico de outros países desenvolvidos, começou a tornar-se conhecido o facto do «doutor» servir só para se referir a médicos e detentores de doutoramentos. Só que como toda esta fraude é para consumo doméstico, os licenciados e mestrados têm conseguido manter o título mesmo nos nossos dias.
A criatividade do impostor
Então surge uma explicação defensiva que seria hilariante se não fosse dita como se fosse muito a sério: que os licenciados podem usar abreviação «Dr.» e que os doutorados, esses sim, até têm direito ao «Doutor» escrito por extenso.
Uma patetice terceiro mundista que inventámos para manter o costume do trato oral do doutor, que é o que interessa aos que a defendem, já que pouca correspondência escrita hão-de receber esses insignificantes.
A abreviação tem o mesmo significado que a palavra que abrevia, ou cabe na cabeça de alguém um «Sr.» ser menos que um «Senhor»?
Até o próprio desconhecer do valor duma abreviação é sintomático da ignorância e fé no estatuto dessa gentinha que lhe crê diferenças de significado.
Claro que a esta discussão poderemos trazer a própria necessidade dos títulos. Vejo como expressão de parolice professores universitários tratarem-se mutuamente em presença dos alunos com uns tristes «o professor doutor Tal isto» e «o professor doutor Tal e Tal aquilo». E por todo o lado por este país, colegas de trabalho
—
colegas!
—
tratam-se por doutor. Extraordinária mediocridade.
O resultado ao que isto chegou é termos desde arrumadores de carros a tratarem por doutor e doutora toda e qualquer pessoa que lhes possa dar uma moeda, até aos mais altos arrumos da nossa sociedade, onde os dizeres de pompa e subserviência são a moeda corrente.
Please, call me Steve
Concluir um doutoramento, até isso, não é grande conquista intelectual nem sinal de grandeza nenhuma de espírito. Um doutorado em qualquer país de tradição mais igualitária, onde as pessoas se fazem valer pelo seu mérito pessoal, rapidamente dispensa aos seus colegas o tratamento formal.
Só uma pequenez intelectual precisa de ser revestida de todo o aparato hierárquico que lhe seja possível. Em sociedades democráticas e igualitárias, onde as ideias e posições intelectuais valem pela qualidade da sua sustentação, o apelo à magistralidade da pessoa é uma falácia e um grande sinal do seu contrário.
Quando um estrangeiro cá chega impressiona-se primeiro com a quantidade de doutoramentos que por cá há, achando-nos um povo muito dotado academicamente. Mas logo cai a impressão por terra quando descobre, como quem sente ter descoberto uma fraude, que afinal é tudo uma fantasia terceiro-mundista.
Ao menos que a pretexto da reforma de Bolonha se eduquem as pessoas para o uso correcto do termo «doutor». Digamos-lhes que é para harmonizar com as convenções da civilização.
Os doutores sem doutoramento deste país são assim, no panorama internacional, como aqueles que usam roupas e acessórios de marcas contrafeitas. Se por cá até um doutoramento se pode fazer como quem realiza um mais um trabalhinho, meramente mais longo, de ensino superior
—
tira ideias daqui, tira dali, junta-lhe eventualmente um estudo empírico, e embrulha-o numa redacção pobre de escrita e de espírito por quem não está habituado a ler
—
não se tirando daí grande mérito, tornam-se os falsos doutores então uma coisa ainda mais ridícula.
Tirar um doutoramento, em Portugal, é para alguns uma forma de adiar o desemprego, obtendo uma bolsa da FCT como forma de subsídio de desemprego, tornando-se no fim, os mais medíocres, professores doutores.
Os doutores da treta fazem deste país uma terra de académicos e intelectuais contrafeitos. Noutras áreas, há aparentemente ainda outros títulos usurpados em Portugal, como os engenheiros-técnicos se apropriam do título de engenheiro. Não é só tudo falso, como é por cá o mau uso generalizado dos títulos uma fraude socialmente aceite.
O mau gosto é tão mau, que não são raros os que até pedem ao banco que gravem o seu nome com o título académico
, no seu cartão de débito.
Desconfio que muitos doutores (Drs.?) portugueses se sentiriam nus se se permitissem deixar que o tratassem por senhor, por senhora, ou simplesmente pelo seu nome. Só que neste país onde já não há mais quem não saiba, realmente, que a quem conclua um doutoramento é que lhe é conferido o título de doutor, parece-me que insistirmos todos neste teatro é vivermos um conto nacional cheio de reis que vão nus, todos vestidos de doutorice num tecido intelectual inexistente. Nem livros lêem, estes doutores.
Tratarmo-nos uns aos outros por doutor é tão oco como bacoco. Chega deste envergar de patentes académicas que não correspondem nem a valor intelectual nem a coisa alguma. É pindérico, é patético e, senhores doutores e senhoras doutoras, é muito parolo.
A cada dia que passa, há mais gente a saber que ser doutor é ser parolo.
PESCADA DE RABO NA BOCA.... LEIAM COM ATENÇÃO. Independentemente de ser de esquerda ou direita, o importante deste texto é acabar com a ideia de que o voto em branco é uma atitude cívica, útil.
Uma impressionante vaga de grupos e páginas pessoais no facebook têm vindo a apelar ao voto em branco.
Leiam o artigo de um conceituado jornalista.
O voto branco e nulo, tem poder?
"É de respeitar a posição de quem prefere não optar, mas o voto branco não funciona para quem quer tomar posição na
Ao "povo", pede-se o reencaminhamento deste texto, atraves de redes sociais ou de e- mail para todos os contactos. »
Caros Amigos,
Ca vai um importante contributo, para que o Ministro das Financ'as nao continue a fazer de nos parvos, dizendo com ar sonso que nao sabe em que mais cortar.
Acabou o recreio !!!!!!!!!!!!!!!
Este texto vai circular hoje e sera lido por milhares de pessoas. A guerra contra a chulisse, esta a comec'ar. Nao subestimem o povo que comec'a a ter conhecimento do que nos tem andado a fazer, do porque de chegar ao ponto de ter de cortar na comida dos filhos! Estamos de olhos bem abertos e dispostos a fazer -quase-tudo, para mudar o rumo deste abuso.
Todos os ''governantes'' [a saber, os que se governam...] de Portugal falam em cortes de despesas - mas nao dizem quais - e aumentos de impostos a pagar.
Nenhum governante fala em:
1. Reduzir as mordomias (gabinetes, secretarias, adjuntos, assessores, suportes burocraticos respectivos, carros, motoristas, etc.) dos tres ex-Presidentes da Republica.
2. Reduc'ao do numero de deputados da Assembleia da Republica para 80, profissionalizando-os como nos paises a serio. Reforma das mordomias na Assembleia da Republica, como almoc'os opiparos, com digestivos e outras libac'oes, tudo a custa do pagode.
3. Acabar com centenas de Institutos Publicos e Fundac'oes Publicas que nao servem para nada e, tem funcionarios e administradores com 2o e 3o emprego.
4. Acabar com as empresas Municipais, com Administradores a auferir milhares de euro/mes e que nao servem para nada, antes, acumulam func'oes nos municipios, para aumentarem o bolo salarial respectivo.
5. Por exemplo as empresas de estacionamento nao sao verificadas porque? E os aparelhos nao sao verificados porque? E como um taxi, se uns tem de cumprir porque nao cumprem os outros? e se nao sao verificados como podem ser auditados?
6. Reduc'ao drastica das Camaras Municipais e Assembleias Municipais, numa reconversao mais feroz que a da Reforma do Mouzinho da Silveira, em 1821.
7. Reduc'ao drastica das Juntas de Freguesia. Acabar com o pagamento de 200 euros por presenc'a de cada pessoa nas reunioes das Camaras e 75 euros nas Juntas de Freguesia.
8. Acabar com o Financiamento aos partidos, que devem viver da quotizac'ao dos seus associados e da imaginac'ao que aos outros exigem, para conseguirem verbas para as suas actividades.
9. Acabar com a distribuic'ao de carros a Presidentes, Assessores, etc, das Camaras, Juntas, etc., que se deslocam em digressoes particulares pelo Pais;.