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Foto Relatadora e Reveladora
03Jul2009 07:35:56
Escrito por: Carlos Ferreira

Tudo o que é dito e feito não passa de metafísica, tem um valor fenomenal da mesma forma que não tem valor nenhum, ex;
de nada valem os nossos esforços para adquirir comida no supermercado e de nada vale alimentarmo-nos todos os dias, pois todos morreremos, de nada valem os cuidados de saúde nem os cosméticos de beleza, pois envelhecemos e a morte leva até os mais saudáveis. Tudo é metafísica, o valor é momentâneo e enganador, por vezes nem sequer somos nós, por muito que vinquemos as nossas personalidades.
Todos nadam em vão perante um afogamento certo. Todos gritam mesmo sabendo que ficarão sem vóz. Todos querem adquirir coisas nem que isso custe cada gota do seu sangue,  mesmo sabendo que as vão entregar gratuitamente a outros, no dia de sua morte.
 
Esta é a fotografia do quotidiano humano.

 

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Dead can dance sanvean
02Jul2009 18:21:32
Escrito por: Carlos Ferreira

 

Não são vistos nos meus escritos pontos de interrogação ou exclamação, pois as interrogações e as exclamações serão as tuas, assim que se acender o teu discernimento como acende a pólvora, e logo que ele arda, como arde a madeira seca.

Quando a terra reclamar os vossos membros, então dançareis livremente.

 



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Ganhar eleições? Ui que fácil
02Jul2009 15:10:11
Escrito por: ../..

Deve-se tomar o partido à letra, pelo verbo partir.

E partir tem esses dois sentidos, o de partir o sentido e sentido de partir.

Partido pelo passado partido no presente.

Deixai-o ir e que vá para o raio que o parta.

Mas, devemos partir do principio ...

www.gov.blogtok.com

"Eles" ao poder
E com "eles" todo o nosso poder.

Vamos formar o partido que n

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texto metafísico
01Jul2009 11:47:20
Escrito por: Carlos Ferreira

 

    Tudo o que é dito e feito não passa de metafísica, tem um valor fenomenal da mesma forma que não tem valor nenhum, ex; de nada valem os nossos esforços para adquirir comida no supermercado e de nada vale alimentarmo-nos todos os dias, pois todos morreremos, de nada valem os cuidados de saúde nem os cosméticos de beleza, pois envelhecemos e a morte leva até os mais saudáveis. Tudo é metafísica, o valor é momentâneo e enganador, por vezes nem sequer somos nós, por muito que vinquemos as nossas personalidades. Todos nadam em vão perante um afogamento certo. Todos gritam mesmo sabendo que ficarão sem vóz. Todos querem adquirir coisas nem que isso custe cada gota do seu sangue,  mesmo sabendo que as vão entregar gratuitamente a outros, no dia de sua morte.  Esta é a fotografia do quotidiano humano.  Eis a história da justiça entre os homens, certo dia dois homens passeavam pela praia quando encontraram uma concha recheada. Os homens travaram-se de razões para saber a qual deles a concha pertencia, dizendo que a viram primeiro que o outro e por aí em diante. Um juiz, que por ali passava, vendo a discussão, aproximou-se apresentando-se aos demais que aproveitando tal oportunidade pediram ao juiz que resolvesse o caso. O juiz então, pega na concha, abre-a, come o recheio e entrega uma casca a cada um dos homens. E ainda hoje funciona assim, a justiça dos homens. Ora ora, a vida não consegue ultrapassar a beleza da morte. Porque se nada existisse estaríamos no paraíso, haverá melhor paz que ultrapasse a não existência, melhor conforto e melhor satisfação, pergunto ainda se haverá melhor realização. O facto de não existir é a realização total sem lamentações, é o topo dos topos. A vida é a verdadeira morte e a morte a verdadeira vida. Passamos da efermidade da vida para a cura da morte. A morte completa-nos todos os sonhos, a morte realiza-nos. Ela é o nosso suspiro de alivio, ela é a benignidade imerecida. O filósofo Sócrates também disse que a vida só merece ser vivida se for com sabedoria e conhecimento e que o ser humano para fazer o bem terá primeiramente que saber o que é o bem. Já Darwin disse que a evolução, adaptação e sobrevivência tem de ser equilibrada, sensata e harmoniosa, mas isto a humanidade não decorou nem tão pouco sublinhou. Eis o discurso dos usurpadores e dos que cometem ultraje: errar é humano, nós não sabemos tudo, nem nós queremos saber tudo, pois se tudo soubéssemos a vida perderia a beleza e não tinha piada e alem do mais desde o princípio das coisas sempre se cometeram ultrajes, os fortes sempre predominaram sobre os mais fracos. É sob este escudo que procuram tapar a sua nudez e esconder os seus crimes. E como tão bem lhes servem as expressões: eu só sei que nada sei e melhor roupa ainda é as vestes de Darwin e a sua teoria da evolução, autênticas túnicas que encobrem as nódoas que lhes saturam espírito, carne e alma. São os escravos da cultura inculta e se nada sabem, porque será que teimam em ocupar cargos e precipitam-se em fazer leis, porque prometem eles coisas, porque julgam eles e por que razões outros ainda caem em tal frágil ladainha. Pois vejo as pessoas investirem na carne, mas a carne morrerá. Vejo-as embelezarem a carne, mas a carne que envelhece. Investem em saco roto. Vejo-as a adquirirem bens com esforço brutal, para que esses bens sejam entregues a outros gratuitamente, no final das suas vidas. Mas eu invisto na alma, que é um bem que me pertence e que me acompanhará sempre. Eis que os ladrões e opressores são substituídos por outros de igual espécie, seja por revoluções sangrentas, seja por eleições livres. Seja com consentimento ou sem ele, por maiorias ou por minorias, a história repete-se. Há milhões de anos que a humanidade assiste exactamente ao mesmo filme, deixando-se enganar por cenários e personagens. Isto denota que realmente há uma lacuna racional daqueles que dizem ser e pertencer à única espécie racional. Um cego guia outro para prejuízo de ambos, eis a história da humanidade, a única espécie irracional que habita a terra. As certezas dos homens e mulheres são baseadas em suposições. Logo, tudo o que é afirmado sem supor, sendo certo e sem dúvidas não é bem aceite pela comunidade, é algo não familiar. Não pode ser verdade, dizem, não há duvidas que nos dêem margem, para que nos possamos esconder. Ora, todos morrendo, o que eles armazenam com grande ganância será dado, sim, tudo é deixado para trás e é dado a outros. Se todos estão aqui de passagem, para quê as disputas de valores senão, para denunciar uma conduta errada e sem sentido. O ser humano não passa de um vírus, um parasita e usurpador no seu meio ecológico. Um destruidor sem escrúpulos nem sensatez, é algo realmente mau e ignóbil. O mundo é uma enorme prisão, cadeia, cárcere ou como lhe quiserem chamar. Todos os seres estão presos há sua condição e todos entoam cânticos de uma falsa liberdade. Toda a vida resume-se a uma hipocrisia profunda ou precoce. Todos estão acorrentados, sim, todos os que vivem partilham essa condição, a de prisioneiros. Quanto ao sexo, as mulheres têm duas vaginas, uma entre pernas e outra dentro do crânio. Nos homens regista-se também dois pénis, um entre pernas e outro dentro do crânio. Elas embelezam a vagina, usam roupa interior visível no exterior que depois vão tapando durante o seu percurso. Na face, também usam de cosméticos de beleza que procuram tapar e esconder mediante algumas presenças. Há um comportamento de protecção vaginal entre pernas como acima do pescoço. Nos homens as reacções são as mesmas, excitam-se primeiramente com o pénis do crânio e mostram-no com as suas reacções que depois de exibidas passam à segunda fase, que é o pénis entre pernas. Há portanto dois actos sexuais, o primeiro com os sexos acima do pescoço e em seguida com os sexos entre pernas. Tudo lixo. As pessoas são exploradas no trabalho e quando este mostra falência, fazem-se manifestações para que os postos de escravidão sejam mantidos. Dizem que os bons actos de cidadania passam por cumprirmos as leis, leis que visam a manutenção do sistema corrupto, que enriquece os patrões e os governos, empobrecendo os cumpridores das ditas leis de cidadania e patriotismo. Tudo contos do vigário. As pessoas não têm opção de voto, pois votem em quem votarem, as coisas ficam na mesma. Ainda que tenham opção de quatro canais de televisão e diferentes meios de comunicação social, todos pertencem ao mesmo conto do vigário que visa o aproveitamento das fragilidades intelectuais das pessoas. As pessoas encontram-se presas e acorrentadas num monopólio que as suga e explora. Na questão do universo ficará sempre assente que a matéria sempre existiu, mesmo que não fosse durante algum tempo palpável. Mesmo nos espaços onde a matéria não é palpável, ela está lá, sob outras formas, como o oxigénio e outras. Há claramente a eternidade da existência. Resta provar a não existência. Ora o que aqui está em jogo é o crescimento de cada ser individualmente, através de experiencias a que se vai sujeitando ao longo dos percursos em que é lançado. Há um tempo designado para essas coisas. Claro que, sendo o poder de deus infinito que diferença faz se morrem alguns ou se há calamidades, se ele tudo pode restituir para quê a pressa de evitar, os seres têm até o privilégio de morrer, de se matarem uns aos outros, enfim, de toda a liberdade. Haverá melhor plataforma de crescimento que esta, não, não haverá. Liberdade de escolha e de acção com um fim e propósito, basta escolher. Que generoso que é deus. Podemos ainda observar com clareza que as ordens sociais sempre foram adquiridas pela força, pela imposição brutal, pela mudança a toda a força devido ao cansaço. Tudo isto feito precocemente, aplaudido pelas massas enquanto fazem transições de poder nas suas costas. Dizem e denunciam o fracasso das gerências às prestações, esperam momentos oportunos e dizem entre eles, convenhamos assim pois é assim que nos convém. Parecem não saber as pessoas que só haverá ordem social quando houver ordem dentro de cada ser, pois o bem é um só e convém a todos, é um bem plural bem distanciado deste bem actual que parece servir só a alguns. Claro que o ser humano sempre aderiu a modas, fazer o bem porque parece bem. Aprendeu a ser camaleão de ocasião, sorriem mesmo para aqueles que exploram, que enganam e que procedem por conveniência. Entrou em convívio, como um estranho perante estranhos, sorri ao bem e ao mal por conveniência numa trilogia, uma saga pouco esclarecida. Também é sabido que enquanto as coisas estiverem ligadas e oscilarem numa qualquer bolsa de valores, até com as desgraças de outrem haverá lucros, acentuando a perca de valores sociais e humanos. Serão lançados vírus para venderem medicamentos, serão feitas estradas perigosas e carros em fibras para que haja grande movimento nos mercados e bolsas de valores. Reflecte-se assim a personalidade dos humanos. Desde sempre a humanidade foi sendo governada segundo os seus medos, alimentando as suas utopias, sem nunca lhes dizer que só a palavra utopia é utópica e nada mais. Há uma constante prostituição das personalidades e da história em favor de alguns que também são prostitutos. Há um claro abuso que se pode comparar à pedofilia no que respeita à manipulação, as sociedades tornam-se palco para malabaristas e ilusionistas de egos, sentimentos e linhas racionais. Mas é tão culpado o actor como aqueles que o aplaudem, são eternos cúmplices e prostitutos de proximidade em algo que engana a ambos e que a ambos ilude. Saciam fora o que devem combater dentro. Também se consta que foi o homem que deu nomes às coisas e coisas aos nomes, segundo a sua medida, não a medida dos objectos, mas segundo a sua. Nunca ele reparou no equívoco que era confiar em si mesmo, iludir-se com a sua demente ostentação, obedeceu sempre ao apelo da sua cegueira e deixou-se conduzir por ela. Ainda hoje se sentem os reflexos disso e podem ver-se na moldura planetária. No trilho que ele foi deixando e que ainda se pisa. Mas deus é grande e deu espaço a tudo, providenciou tudo isto e foi vendo a criação florir, para ver o que dali se aproveitava e foi aproveitando, aproveitando. É de esperar, espero sinceramente, que a gripe suína mate os porcos humanos. Há vírus que vêm por bem. Os seres humanos precisam de mais uma lição, para continuarem a não aprender nada, a ficarem na mesma. Os cães ladram e a caravana passa, mas é uma imagem parada, pois nem a carruagem passa nem os cães começam ou param de ladrar, é um poema, uma foto. Com este andar de coisas o mundo começou ontem e acaba amanhã, sem ter um começo nem um fim, pois tudo está parado no tempo no que respeita ao desenrolar humano.Os de hoje são os mesmos de ontem e serão os de amanhã. Neste carrossel parado que finge mover-se e todos acreditam nele, todos, menos os sábios, que se retiram desse carrossel da sociedade humana e caminham, esses caminham, mesmo estando tudo parado. Controladamente parado, pois o controle de massas tem medo do desenvolvimento, para que não perca o controlo.  Então travam-se e são travados, enquanto procuram punir aqueles que se movem. Ser animal é um privilégio ao passo que humano é uma maldição. Os animais são livres ao passo que os humanos são escravos deles mesmos e pagam pesado tributo. Os sistemas sociais fazem dos humanos moscas que giram dentro de um frasco. O mundo torna-se pequeno para tão pouca gente, consomem-se os espaços, asfixiam-se e atropelam-se. Sem darem conta do espaço, infinito. O ser mais individualista e egoísta que procura agrupar-se em sociedade, talvez porque assim as presas estejam mais próximas, sim, é isso.  Visto que se asfixiam e devoram os espaços. Mas nem tudo é assim. Pois existe o bem e as suas pessoas. Mas isso é outra história. Podem pois, serem até esses os humanos, sendo os outros animais. Pode haver humanos em forma de cães e cães em forma de humanos. Sim, é isso. É preciso destrinçar, serão feitas grandes descobertas nesses campos, a quem neles quiser entrar. Há porcos muito humanos e humanos bem porcos.  

 

Até já.

  

       

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The Secret - 7 minutos cortados
01Jul2009 05:07:17
Escrito por: Carlos Ferreira

Para bom entendedor...



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A mentira que é o Segredo HD - HQ - O ( The Secret ) Apocalipse
30Jun2009 22:38:08
Escrito por: Carlos Ferreira

 

Não esqueças o poema de António Aleixo, que para a mentira funcionar, tem de haver verdade à mistura. Quando leres o segredo, ele também te revelará algumas verdades. É preciso separar o trigo do joio, minuciosamente.

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PARAFRASEANDO GÊNESIS
30Jun2009 17:11:35
Escrito por: Isaura Theodoro

 

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