Partido?

Governo?

Do partido

Blogue do Gov.

Colunistas

Forum

Blogosfera






Ideia Embrionária

 

Procurar fazer em laboratório um "GOVERNO SOL".

Não buscamos propriamente sentido ideológico, tipo esquerda/direita, porquanto que funcionaremos em sede de Tese;

Cada um com as propostas e respectivos argumentos constituem a sua Tese sobre a sua proposta de Governo. As propostas mais votadas serão, em suma, o exemplo de Governo a seguir num processo de simulação constante da realidade. 

Fundamental será perceber que cada proposta será validada em pré-votação e as mesmas terão de ter um enquadramento constitucional. Não será de todo complicado entender isso, porque nem tudo o que agora está estabelecido no actual sistema de democracia representativa, está errado de todo.

Objectivo principal: 

Através dessa prática fazer, em simulacro, uma verdadeira democracia experimental, directa e participada. Apontar em teoria essa possibilidade materializada num partido que o povo possa criar, que sem lideres, sem hierarquias, baseado somente no voto dos membros, possam condicionar os seus representantes, meros porta vozes, a defender as suas propostas em sede de parlamento.

Porque temos todos consciência que o povo, na sua sabedoria, tem consciência do que é o binõmio partido/tacho, e como tal não confiará o seu voto a novos políticos, este partido assume o compromisso de não querer ser o GOVERNO em caso de ser eleito. Daí o seu lema ser "Eles ao poder, mas a cumprir um programa de orientação popular"

Assumirá os seus lugares no parlamento, com os deputados eleitos (meros porta-vozes da vontade do partido, que é completamente aberto à população em geral e que assim, nesse modelo democrático, apontará os caminhos a seguir para que os governantes sigam essa orientação popular. O poder será entregue, ministério a ministério, aos partidos com assento parlamentar, conforme a percentagem dos seus votos. Os actuais partidos serão os nossos governantes, caso fôssemos eleitos. Conscientes do valor desta ideia, estamos convictos do seguinte:

Podermos apresentar a meta de 100.000 assinaturas para formar o movimento, que representará, assim e à partida um caso de inegável qualidade.

Invocaremos e provocaremos, a participação absoluta dos eleitores da abstenção, que por esse motivo e sabendo da existência da possibilidade de este movimento ganhar as eleições, e temendo que PCP, CDS E BLOCO possam constituir governo, logo irão votar em sentido contrário... ou não.

Terá este partido 0,1% dos votos num universo de 8 milhões e clamará a vitória da Democracia, porque assim saberemos afinal o que pretendem os Portugueses.

Neste momento tudo indica o contrário, ou seja, este movimento teórico, terá o apoio em massa do eleitorado, descontente com os sucessivos governantes, e sabendo que não estão a criar tacho, darão a sua confiança nesta alteração subtil ao sistema, mas importante para o futuro.

Neste momento e bem contrário a quando a formação desta ideia embrião, até os políticos já aplaudem essa possibilidade. Só um governo de união, poderá mudar o rumo precário e à rasca, em que nos encontramos.

Vamos preparar a ideia e meter o bichinho na vontade popular, tal como sabemos que ela existe. Como uma onda "viral", acreditemos que o voto é realmente a melhor arma que alguma vez deram ao povo e que está na hora de saber usar o valor do voto de cada um.


Este "manifesto" não pretende apontar a solução mas tão somente o caminho, para que o povo possa ir ao encontro ao futuro e
que todos e que todas desejamos. Nenhum governante será melhor do que o Sócrates (agora Passos), porque continuarão a governar em nome da austeridade, sem que possam governar bem, mesmo que seja essa a vontade, porque não tem legitimidade para tal.

Um governante não precisa de maiorias, nem de oposição. Precisa da legitimidade popular. Para que isso seja possível o povo precisa de ser o Líder, o Alfa absoluto desse Governo que legitimará.


Os partidos já estão receptivos a esta ideia e como tal, estamos perante o dilema de poder apanhar essa onda, sob pena de deixarmos, que os mesmos consigam todos juntos, fazer mais do mesmo e o problema ficar, assim, por resolver. Um governo de coligação partidária sem um programa de base de cariz popular, é somente mais do mesmo. 

Esta ideia será o único caminho para vencer quem nos oprime, com as suas próprias armas. Este é o único modelo que evitará mudanças pela via da guerra, que agora, não se afigura nada "católica".

Trilha o teu próprio caminho, faz valer a tua condição. Urge sair deste estado primitivo e dar o passo que a humanidade trilha rumo à civilização, de encontro à Humanidade. Este projecto terá de ser abraçado em todo o planeta, para assim abafar qualquer jogos dos ditos senhores da guerra.

Que a história julgue o homem do séc. XXI como o libertador, o impulsionador do novo paradigma que elevará o homem à sua condição de gênese; o animal solidário.